Toda pirraça, toda desobediência tem CONSEQUÊNCIAS
Sempre ensinamos a Aninha que todos nós quando fazemos algo de errado que desagrada a DEUS, temos consequências, são as consequências de nossos pecados contra DEUS.
Se vemos algo de errado que nossos filhos fazem, seja pirraça descontrolada, sem motivo aparente, pois há pirraças que são feitas para chamar atenção para alguma coisa que está acontecendo com nossos filhos, que eles não sabem explicar e que precisa que estejamos olhando nos olhos deles, e perguntar e ajudá-los.
Mas há pirraças e desobediências, que precisam ser tratadas com consequências, para que nossos filhos não cresçam achando que podem tudo e desrespeitando a todos a sua volta. Muito triste observar cenas de crianças berrando na loja exigindo da mãe que quer tal brinquedo e a mãe para não ficar sem graça na loja, vai ao caixa e compra, isso só dará mais munição para que essa criança, mande e desmande dentro de casa.
Aninha quando faz certas pirraças e ela tem total consciência quando faz, ela já sabe que terá consequências. A bíblia não fala para deixarmos nossos filhos sem correção, também não diz para espancá-lo, mas determina que a vara não deve ser afastada.
"Quem se nega a castigar seu filho não o ama; quem o ama não hesita em discipliná-lo" (Provérbios 13.24).
"Não evite disciplinar a criança; se você a castigar com a vara, ela não morrerá. Castigue-a, você mesmo, com a vara, e assim a livrará da sepultura" (Provérbios 23.13-14).
O emprego da vara em crianças é recomendado mais duas vezes no mesmo livro:
"A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela" (Provérbios 22.15).
"A vara da correção dá sabedoria, mas a criança entregue a si mesma envergonha a sua mãe" (Provérbios 29.15).
Castigar com vara não é dominar pelo medo, alimentado pelo grito ou pela violência física.
Castigar com vara é disciplinar, amorosamente propondo valores, carinhosamente impondo limites.
Castigar com vara é repreender com o olhar e aprovar com o sorriso, quando forem os casos.
Castigar com vara é restringir horários (para brincar ou passear, para assistir televisão, isso fazemos bastante com ANINHA)
Castigar com vara é diminuir ou cortar a mesada ou reter o presente.
Castigar com vara é mostrar-se triste no tempo do desperdício ou do desrespeito.
Aninha quando faz algo que precisa ser disciplinada, ela mesma já sabe o que pode vir acontecer, e não fica emburrada, não fica irritada depois que recebe as palmadinhas no bumbum, (sim no bumbum, pois é fofinho) NÃO É PARA SER NA MÃO, NEM OUTRO LUGAR, e sempre que a corrigimos dessa forma, não o fazemos com raiva, mas bem tranquilos, explicando porque e logo depois a ABRAÇAMOS e a fazemos pedir perdão a DEUS e a nós. O que ela faz e continua o dia alegre. Certa vez ela me disse: "mamãe, você está certa em fazer isso comigo, pois sei que DEUS manda que seja assim na BÍBLIA e sei que vocês fazem porque me amam." Acredito que dar essas palmadinhas nela, dói mais em nós do que nela, já percebi que a consciência dela é que dói, pois ela sempre diz: "mamãe, me perdoa eu não queria ter feito isso, mas fiz, e eu digo: é minha filha, a gente não quer pecar, mas peca, mas graças a DEUS que nos ama e nos perdoa."
Já tem lei tramitando para que não se possa dar as palmadas, palmadas essas com amor e com sabedoria, mas o mundo não quer que a BÍBLIA seja respeitada pelos pais, até os pais, que se dizem cristãos, pois muitos destes acha absurdo, o uso da palmada.
Bom seria que o bom senso dos pais fosse levado em conta e não precisássemos de lei.
Bom seria que carinho não precisasse de decreto.
Bom seria que ninguém só soubesse educar por meio de tapas, beliscões e chineladas, mas nascemos no pecado e a disciplina faz parte sim da educação cristã de nossos filhos.
Bom seria que todos os pais educassem seus filhos, assentando-se com eles, andando com eles, contando histórias da bíblia para eles dormirem, passeando com eles, inculcando o TEMPO TODO JESUS na mente e coração deles
Que DEUS para tanto nos abençoe e nos dê sabedoria ao disciplinarmos nossos filhos.
Amém
Com amor cristão
Cyllene de MOCC de Souza
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